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OLGA NORONHA | SS 17

ODE

ODE apresenta uma composição poética sobre a relação de silêncios ilustrados e de eufemismos iluminados.

Numa composição revivalista onde imperam sentimentos de saudade, melancolia e paixão, juntam-se a estética da Filigrana Portuguesa, as cores do barroco de Queluz e a sina do Fado, num forte espasmo, (...) de vos querer cantar (...), de expressão de todas as minhas sensações, com um excesso contemporâneo, de vós, ó máquinas! (...)

“Canto, e canto o presente, e também o passado e o futuro."
Álvaro de Campos
Londres, 1914


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