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JOALHARIA DE OLGA NORONHA INTEGRA EXPOSIÇÃO “O MAIS PROFUNDO É A PELE”
30 Março 2017

Até 25 de junho, está patentno Palácio Pombal, em Lisboa, a exposição “O mais profundo é a pele”, que apresenta joalharia medicamente prescrita da designer Olga Noronha, uma peça de Jean-Paul Gaultier e a coleção de pele humana tatuada (1910-1940) do Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses português.

A mostra, organizada pelo MUDE – Museu do Design e da Moda, Coleção Francisco Capelo e pelo Instituto Nacional de Medicina Legal e Ciências Forenses, faz parte da programação MUDE Fora de Portas.

De acordo com a diretora do MUDE, Bárbara Coutinho, citada em comunicado, os visitantes da exposição ficarão “a conhecer uma coleção de particular valor museológico e científico, ao mesmo tempo que podem sentir a vivência dos bairros típicos de Lisboa durante as primeiras décadas do século XX, em que a tatuagem se misturava com a marginalidade, a prostituição, o fado, a marinhagem”.

“Para o MUDE esta exposição tem a particularidade de dar a conhecer as tatuagens realizadas em Portugal durante a primeira metade do século passado, reconhecendo os principais temas e motivos desenhados, o traço, as técnicas ou as características cromáticas e formais do desenho, além de a distinguir enquanto prática no feminino e no masculino”, afirma.

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