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JOSÉ DE ALMADA NEGREIROS: UMA MANEIRA DE SER MODERNO
07 Fevereiro 2017

José de Almada Negreiros
Sem título
Coleção particular

Cerca de 25 anos após a última grande exposição dedicada a Almada Negreiros (1893-1970), a Fundação Calouste Gulbenkian apresenta “José de Almada Negreiros: Uma maneira de ser moderno”, uma ampla retrospetiva que reúne mais de quatrocentos trabalhos, muitos deles inéditos, propondo um olhar inovador sobre a importância do artista na história do modernismo português. 

Patente ao público até 5 de junho na Galeria Principal da Fundação Calouste Gulbenkian, a exposição está organizada em sete núcleos temáticos que refletem as diferentes facetas do processo de trabalho artístico de Almada Negreiros.

Um dos artistas mais criativos da arte portuguesa, Almada Negreiros defendia que a arte da modernidade deveria estar em todo o lado: nos edifícios públicos, nas ruas, no teatro, no cinema, na dança, no grafismo dos jornais... Esta ideia de modernismo total está presente ao longo dos sete núcleos da exposição.

A pintura e o desenho mostram-se em estreita ligação com os trabalhos que Almada Negreiros criou em colaboração com arquitetos, escritores, editores, músicos, cenógrafos ou encenadores. A mostra destaca também a presença marcante do cinema e a persistência da narrativa gráfica ao longo da sua obra. Juntam-se ainda obras e estudos inéditos que dão a conhecer diferentes facetas da arte de Almada Negreiros.

Isto de ser moderno é como ser elegante: não é uma maneira de vestir mas sim uma maneira de ser. Ser moderno não é fazer a caligrafia moderna, é ser o legítimo descobridor da novidade.
José de Almada Negreiros, conferência O Desenho, Madrid 1927

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